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Como montar o cantinho de amamentação: conforto, funcionalidade e afeto

Quando descobri que seria mãe do João, eu me vi planejando cada pedacinho da casa para acolher essa nova vida. Entre fraldas, enxoval, bercinho e mil emoções, um espaço ganhou um lugar especial no meu coração: o cantinho de amamentação. Mais do que um lugar para alimentar o bebê, ele se tornou um santuário de vínculo, silêncio, olhares, chorinhos e carinho. E se tem uma coisa que aprendi nessa jornada, é que montar esse espaço com amor faz toda a diferença — pra você e pro seu bebê. Por isso, preparei este guia com tudo o que aprendi (na prática!) sobre como criar um cantinho de amamentação que seja funcional, bonito e, acima de tudo, cheio de afeto. Vamos juntas? Por que criar um cantinho exclusivo para a amamentação? Nos primeiros meses, você vai passar muitas horas por dia amamentando. Ter um lugar fixo para isso traz conforto físico e também ajuda o bebê a entender que aquele é um momento de tranquilidade e conexão. Além disso, o cantinho da amamentação: Reduz o cansaço físico, especialmente nas costas e braços Facilita a rotina, mantendo tudo à mão Cria um ambiente calmo, ideal para o bebê mamar com mais serenidade Pode ser um espaço só seu e do seu bebê — o primeiro refúgio de vocês 1. Escolha o local ideal na casa O primeiro passo é escolher um canto tranquilo, silencioso e que tenha boa ventilação e iluminação natural. Pode ser no quarto do bebê, no seu quarto, em um cantinho da sala ou até em um espaço adaptado no quarto de visitas. O importante é que seja confortável e que você se sinta bem ali. Se possível, priorize locais com fácil acesso durante a madrugada — quando as mamadas são mais frequentes. 2. A poltrona de amamentação: o trono da mamãe A peça central do cantinho é, sem dúvida, a poltrona de amamentação. Ela precisa ser: Ergonômica, com encosto alto e braços de apoio Confortável, com estofamento firme Fácil de limpar De preferência, com apoio para os pés (ou um puff) Dica de mãe: experimente sentar com uma almofada nas costas e outra debaixo do braço que segura o bebê. Você vai sentir como esses detalhes aliviam as tensões do corpo. 3. Almofadas e mantas: aconchego é tudo Não subestime o poder de uma boa almofada de amamentação. Ela ajuda a posicionar o bebê corretamente e evita dores no braço e nas costas. Você também pode usar uma manta de tricot, como as que temos na Uli&Marie, para manter seu colo sempre quentinho, especialmente em dias mais frescos. As mantas também servem como apoio discreto para cobrir o bebê durante a mamada, caso receba visitas. Além disso, almofadas decorativas ajudam a deixar o ambiente acolhedor e com a sua cara — afinal, esse também é seu espaço! 4. Mesa lateral: sua aliada prática Ter uma mesinha lateral ao lado da poltrona faz toda a diferença. É nela que você vai apoiar: Uma garrafa de água (sim, a sede vem com força!) Lanchinhos leves (como frutas secas, castanhas ou barrinhas) Um abajur com luz suave Lenços umedecidos ou paninhos de boca Um livro ou caderninho para anotar detalhes da rotina Aposte em uma luz quente e suave para não agitar o bebê. Se for possível, use um abajur com dimmer ou um difusor de luz. 5. Organização é essencial: tudo à mão Amamentar exige logística, especialmente nos primeiros meses. Por isso, tenha por perto: Fraldas de pano ou paninhos de boca Um trocador portátil (às vezes o bebê suja logo após mamar) Uma muda extra de macacão de bebê Um cesto ou gavetinha com pomadas e fraldas descartáveis Você pode usar cestos de palha, caixas organizadoras ou bandejas de madeira para deixar tudo à vista, mas organizado. Isso ajuda especialmente à noite, quando tudo precisa estar acessível com pouca luz. 6. Dê um toque emocional: personalize com o seu amor Esse espaço não precisa parecer um consultório. Ele pode (e deve!) ter a sua identidade, sua energia e seu carinho. Aqui vão algumas ideias: Pendure uma foto do ultrassom ou da gestação Coloque um quadrinho com o nome do bebê Use uma mantinha personalizada da Uli&Marie com as iniciais dele Coloque uma playlist calma para ouvir durante as mamadas Esse cantinho é seu e do seu bebê — transforme-o num espaço que abrace vocês. 7. Pensando no conforto durante a madrugada Durante a noite, o cantinho de amamentação ganha ainda mais importância. Tenha uma manta ou roupão sempre por perto Use roupas práticas para amamentar — como um body confortável ou camisolas com abertura frontal Deixe um apoio para os pés ao alcance Mantenha a luz sempre baixa para não despertar demais o bebê E, se possível, mantenha um copo com água e uma bolachinha por perto. Amamentar de madrugada exige mais do corpo do que imaginamos. 8. Pode usar esse espaço além da amamentação? Claro que sim! O cantinho de amamentação também pode ser usado para: Dar mamadeira (quando necessário) Colocar o bebê para arrotar ou dormir no colo Ler uma historinha ou cantar uma música Ficar de olho no bebê durante uma soneca no berço Com o tempo, esse espaço se transforma. E é bonito ver isso acontecer. Conclusão: um refúgio para viver o amor em silêncio Montar um cantinho de amamentação não é apenas sobre móveis ou decoração. É sobre criar um espaço onde a maternidade acontece no seu estado mais puro: olho no olho, mãozinha agarrada, leite e carinho fluindo. É ali que você vai respirar fundo nas madrugadas, chorar de cansaço e também sorrir de gratidão. Vai embalar, ninhar, se aninhar. Então cuide desse espaço com amor. Escolha a manta mais macia, o body mais gostoso, a luz mais calma. Porque o que começa com uma poltrona e uma almofada, se transforma em um refúgio de conexão, afeto e presença real. Com carinho,Mariana — mamãe do João e fundadora da Uli&Marie Sobre a autora Em 2015, quando seu filho João Ulisses nasceu, Mariana redescobriu o mundo pelos olhos da maternidade. Arquiteta por formação, decidiu deixar os projetos de lado para viver, intensamente, cada momento com seu pequeno. Foi assim que, em 2020, nasceu a Uli&Marie, um projeto feito de amor, linhas e memórias — inspirado no nome de seu pai, Ulisses, e no apelido carinhoso que recebeu da avó: Marie. Apaixonada por tricot, bordado e algodão, Mariana criou a Uli&Marie para ser mais do que um e-commerce de saída de maternidade. Ela construiu um lar onde outras mães se sentem acolhidas, representadas e parte de uma rede que entende o que significa esse recomeço cheio de amor.

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Como organizar o guarda roupas do bebê

Como organizar o guarda-roupa do bebê recém-nascido: praticidade, afeto e estilo

A chegada de um bebê transforma tudo. A casa ganha cheirinho de algodão, o tempo ganha outro ritmo, e de repente nos vemos cercadas de fraldinhas, roupinhas em miniatura e muito amor. Mas com tantos preparativos, uma dúvida inevitável aparece: como organizar o guarda-roupa do bebê recém-nascido? Neste artigo, quero te ajudar com dicas práticas e cheias de afeto para transformar esse cantinho do enxoval em um espaço funcional, bonito e acolhedor. Porque organizar não é apenas dobrar roupinhas — é um gesto de cuidado, uma preparação silenciosa para os dias mais doces da nossa vida. Por que a organização do guarda-roupa importa tanto? Nos primeiros dias com o bebê em casa, tudo precisa estar à mão. Fraldas, bodies, mantas, meias, toucas... quando a rotina aperta e o sono é raro, ter um guarda-roupa bem organizado pode ser o seu melhor aliado. Além disso, o ato de organizar as roupinhas do bebê é, por si só, um momento cheio de emoção. É quando a ficha começa a cair: “ele realmente vai chegar!”. Sentar no chão do quartinho, tocar cada macacão de bebê com carinho, dobrar a saída de maternidade já lavada... é uma espécie de ritual de preparação para a maternidade. Antes de começar: lave e prepare tudo com amor A primeira etapa da organização começa antes mesmo de abrir as gavetas: é fundamental que todas as roupas, mantas e tecidos que terão contato com o bebê sejam lavados com sabão neutro e sem amaciante. A pele dos recém-nascidos é extremamente sensível, e qualquer resíduo químico pode causar alergias ou desconfortos. Lave cada peça com carinho, em água fria ou morna, seque ao sol e — se quiser — passe a ferro em temperatura baixa, principalmente os macacões de bebê de algodão e os bodies. Isso ajuda a deixar as roupas mais compactas para guardar e elimina possíveis germes. Aproveite esse momento como um ritual. Coloque uma música suave, toque os tecidos, imagine seu bebê usando cada peça… É um cuidado que aquece o coração. Dividindo por categorias: o primeiro passo da organização Organizar o guarda-roupa por categorias facilita imensamente o dia a dia. Isso permite que, mesmo com pressa ou cansaço, você encontre facilmente o que precisa. Aqui vai um modelo simples e funcional para começar: Roupas do dia a dia Essas são as peças que mais serão utilizadas. Incluem: Bodies de manga curta e longa Calças com pé (mijão) Macacões de bebê leves e abotoados na frente Camisetas, casaquinhos e conjuntinhos de algodão Essas roupas podem ser guardadas em gavetas com colmeias organizadoras, separadas por tipo. Se preferir usar prateleiras, empilhe em pequenos montes com etiquetas visuais ou divisórias. Roupas para dormir Macacões mais quentinhos Pijaminhas RN ou tamanho P Meias, touquinhas e luvas para as noites frias Deixe essas peças acessíveis, especialmente próximas à poltrona de amamentação ou trocador — facilitam muito as madrugadas. Roupas especiais Essas são as que aquecem o coração: Saída de maternidade Peças com o nome bordado Conjuntinhos de festa, batizados, ou recebidos de presente Separe uma prateleira ou uma caixa de tecido para armazenar essas peças com cuidado. Pendure as que amassam facilmente e guarde em saquinhos respiráveis. Organização por tamanho: uma estratégia inteligente Bebês crescem tão rápido que é comum perder roupas sem nem perceber que elas estavam ali. Por isso, organizar por tamanho é mais do que capricho — é estratégia. Crie divisórias dentro das gavetas com etiquetas simples: RN (Recém-nascido): para os primeiros 15-20 dias 0 a 3 meses: fase mais longa e mais usada 3 a 6 meses: já ficam em estoque, aguardando o crescimento Se você estiver usando araras, pode encontrar divisórias de cabide por idade em lojas online. Já em prateleiras, use cestos etiquetados. Guarde os tamanhos maiores em caixas com etiquetas (“para daqui a 2 meses”) e revise mensalmente o que já pode ser incorporado à rotina. Dobrar com afeto e funcionalidade A forma como você dobra as roupas influencia diretamente na visibilidade e aproveitamento do espaço. E quando estamos com um recém-nascido nos braços, cada segundo economizado vale ouro. Dicas rápidas de dobra: Bodies: dobre ao meio e depois em três partes (como uma cartinha). Macacões de bebê: dobre com os braços para dentro e dobre as pernas por cima. Calças: uma perna sobre a outra e depois ao meio. Toucas e meias: agrupe em pares e coloque em potinhos ou divisórias pequenas. Use colmeias organizadoras ou caixas com subdivisões. Isso ajuda até quem estiver te ajudando com o bebê a manter tudo em ordem. Organizando acessórios e itens menores É comum os acessórios sumirem ou se misturarem às roupas. Por isso, o ideal é ter um espaço dedicado só para eles. Gorros, luvas e meias: guarde juntos por tipo e use caixas pequenas ou potes com tampa. Babadores e fraldinhas de boca: dobre em rolinhos e empilhe lado a lado em uma gaveta de acesso fácil. Lacinhos e faixas de cabelo: pendure em um cabide de fita ou guarde em potes transparentes com tampa. Dica extra: sempre tenha à mão uma “caixinha de emergência” com um conjunto completo para troca rápida (body + calça + meia + fralda). Isso pode salvar em momentos de pressa! O lugar da saída de maternidade: um espaço especial A saída de maternidade não é só uma roupa — é uma lembrança viva do primeiro encontro do bebê com o mundo. Guarde-a em um saquinho de tecido separado, já lavada, passada e completa com os acessórios combinando. Deixe essa roupinha em um nicho visível, com etiqueta, ou pendurada junto com um body extra por precaução. Se quiser, reserve também um espaço para guardar essa peça depois — junto com a pulseirinha da maternidade, o primeiro sapatinho, a foto da alta... esse “kit de memórias” vira um tesouro afetivo da família. Como manter a organização depois que o bebê chega Com o bebê nos braços, é normal a rotina mudar. Manter a organização do guarda-roupa exige pequenos hábitos: Recolha as roupas sujas e já separe por tipo antes de lavar Tire um momento na semana para reorganizar as gavetas Quando comprar peças novas, já lave, dobre e encaixe no lugar certo Revise o tamanho das roupas a cada 3 semanas para evitar perdas Lembre-se: não existe perfeição — existe funcionalidade com amor. Se o guarda-roupa está te servindo bem e facilitando seu dia, ele está perfeito do jeitinho que está. Crie um cantinho de memórias (opcional e encantador) Reserve um pequeno espaço (uma caixa bonita, uma gavetinha alta) para guardar peças com valor emocional: A primeira meia A saída de maternidade Um macacão de bebê que emocionou a família Primeiras fotos impressas Um bilhetinho ou cartão de boas-vindas Com o tempo, esse espaço se transforma num baú de lembranças. E revisitar esses itens te conecta com o início de tudo — onde o amor era tão grande que quase não cabia no peito. Conclusão: cada dobras dessas roupas carrega amor Organizar o guarda-roupa do seu bebê não é apenas uma tarefa prática — é um gesto de amor. É cuidar do futuro com carinho no presente. É transformar uma pilha de roupas em aconchego, planejamento e emoção. Quando você dobrar aquele macacão de bebê, pendurar a saída de maternidade, ou alinhar os bodies na gaveta, lembre-se: você está criando um ninho. E esse ninho é onde o amor vai crescer. Desejo que esse momento seja leve, cheio de música boa, luz do sol entrando pela janela e, claro, muitas pausas para admirar a doçura das miniaturas que vão vestir o maior amor da sua vida. Com carinho,Mariana — mamãe do João e fundadora da Uli&Marie Sobre a autora Em 2015, quando seu filho João Ulisses nasceu, Mariana redescobriu o mundo pelos olhos da maternidade. Arquiteta por formação, decidiu deixar os projetos de lado para viver, intensamente, cada momento com seu pequeno. Foi assim que, em 2020, nasceu a Uli&Marie, um projeto feito de amor, linhas e memórias — inspirado no nome de seu pai, Ulisses, e no apelido carinhoso que recebeu da avó: Marie. Apaixonada por tricot, bordado e algodão, Mariana criou a Uli&Marie para ser mais do que um e-commerce de saída de maternidade. Ela construiu um lar onde outras mães se sentem acolhidas, representadas e parte de uma rede que entende o que significa esse recomeço cheio de amor.

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Como Fotografar os Primeiros Dias do Seu Bebê em Casa - Usando Seu Celular

A chegada de um bebê transforma tudo ao nosso redor. O tempo parece desacelerar, o coração pulsa mais forte, e cada expressão, bocejo ou mãozinha agarrada em nosso dedo se torna inesquecível. Registrar esses momentos não é apenas uma forma de guardar memórias — é um presente para o futuro. E o melhor: com o seu celular e algumas dicas simples, você pode fazer fotos incríveis dos primeiros dias do seu bebê em casa, sem precisar de um fotógrafo profissional. Neste artigo, vou te mostrar como fazer isso com muito carinho, cuidado e um olhar que só uma mãe tem. Escolha o melhor momento do dia Fotografar recém-nascidos exige paciência e sensibilidade ao ritmo do bebê. A maioria deles está mais tranquila após as mamadas, especialmente se já tiverem dormido um pouco. O ideal é esperar o bebê estar calminho ou dormindo em sono profundo. Em relação à iluminação, aproveite a luz natural — ela é suave, favorece os detalhes e evita sombras duras no rostinho do bebê. As primeiras horas da manhã e o final da tarde costumam oferecer a luz mais bonita, conhecida como “golden hour”, que cria um tom aconchegante nas imagens. Dica de mãe: mantenha o ambiente calmo, com música suave ou o famoso "ruído branco", e vá tirando as fotos com delicadeza. O bebê sente a energia do momento. Prepare o ambiente com carinho Você não precisa de um estúdio — só precisa de um cantinho com luz e afeto. Escolha um local da casa que tenha boa entrada de luz, como perto de uma janela ou porta de vidro. Estenda uma manta ou lençol neutro sobre a cama, o sofá ou mesmo no chão, criando uma base lisa que não distraia a atenção do bebê. Cores claras como branco, bege ou cinza ajudam a destacar o tom de pele do bebê e trazem leveza para a imagem. Evite fundos com muitas informações ou objetos que possam poluir a composição. E lembre-se: mantenha o ambiente aquecido, especialmente se for tirar fotos com o bebê sem roupinhas. Use roupas que valorizem o bebê (e que sejam confortáveis!) A escolha da roupinha é essencial! Dê preferência a tecidos suaves como algodão ou tricot, e opte por cores claras, terrosas ou tons pastel. Peças com muitos detalhes ou estampas vibrantes podem tirar o foco do bebê. Um macacão de bebê com gola delicada, um body com bordado minimalista ou até aquela saída de maternidade especial guardada com tanto carinho podem ser protagonistas do ensaio. Se quiser um ar mais natural, o bebê pode estar com um macacão neutro, enrolado em uma manta tricotada ou até mesmo com o peitinho à mostra — desde que o ambiente esteja seguro e aquecido. Dica: mantenha uma troca de roupa por perto. Acidentes acontecem — e fazem parte do charme! Capture os pequenos detalhes (eles são ouro!) As expressões espontâneas, os bocejos, as mãozinhas espalmadas, os pezinhos enrugados, os cílios fininhos... esses detalhes são poesia pura! Tire close-ups que valorizem essas partes — a câmera do celular hoje em dia tem resolução suficiente para capturar tudo com nitidez. Use o zoom com moderação e, se possível, aproxime-se fisicamente do bebê para garantir que os detalhes fiquem naturais e suaves. Essas fotos ficam lindas no álbum e também em quadros ou porta-retratos especiais. São registros que fazem o coração bater mais forte toda vez que olhamos. Varie os ângulos com sensibilidade Evite fotografar sempre do mesmo ponto de vista. Deite-se ao lado do bebê e tire fotos na horizontal. Depois, levante-se e fotografe de cima. Experimente o ângulo de perfil, foque apenas no rostinho ou pegue o bebê inteiro encolhidinho, como se ainda estivesse no útero. Movimente-se ao redor com delicadeza e brinque com a perspectiva. Uma boa composição transforma uma foto simples em algo digno de moldura. Dica bônus: tire fotos do bebê dentro do berço, no colo do papai, no sling ou aninhado nos seus braços. Essas variações contam pequenas histórias dentro do ensaio. Ative o modo retrato do celular (e cuide do foco!) Quase todos os celulares hoje possuem o modo retrato, que desfoca o fundo e foca no rosto ou corpo do bebê, criando aquele visual profissional. Use esse recurso com sabedoria: toque na tela para focar no ponto certo — os olhos, o rostinho ou as mãos. Cuidado com a iluminação: o modo retrato pode falhar em ambientes muito escuros. Por isso, evite usar o flash e prefira sempre a luz natural, como falamos antes. Outro recurso interessante é ativar a grade da câmera para alinhar a imagem e garantir que o bebê esteja bem centralizado ou posicionado de acordo com a regra dos terços (fica mais harmônico!). Inclua a família: o amor também é protagonista Um ensaio de recém-nascido também é sobre vínculo. Inclua fotos com a mamãe (sim, mesmo de pijama!), com o papai segurando aquele ser minúsculo nos braços, com irmãos e até os avós. Capture olhares, beijos na testa, mãos entrelaçadas, o famoso cheirinho no cangote. Esses momentos espontâneos têm um valor emocional imenso — e são os que mais tocam quando revistos anos depois. Respeite o tempo e o ritmo do seu bebê Às vezes, o bebê está sonolento e colabora. Outras vezes, ele quer apenas o colinho da mamãe. E tá tudo bem! Respeitar esse tempo é essencial para que a experiência seja leve e amorosa. Se ele chorar, pare. Acalme. Aproveite para tirar uma foto do colo. Porque até o colo cansado e o carinho em meio ao caos são registros lindos. Você pode fazer o ensaio em etapas ao longo de uma semana. Um dia foca em fotos dormindo, outro com roupinha, outro no banho... assim tudo flui melhor. Edite com carinho (menos é mais!) Use aplicativos como Lightroom, Snapseed ou VSCO para ajustar iluminação, contraste e nitidez. Mas evite filtros pesados que mudem a cor da pele do bebê ou que "mascarem" demais a naturalidade da cena. Ajuste levemente a luz, aumente um pouco a claridade ou a temperatura da imagem, se necessário. O objetivo é valorizar a luz e a emoção, sem perder a essência. Crie memórias físicas com suas fotos Não deixe essas imagens lindas paradas no celular. Crie um álbum, revele em tamanho grande, monte uma parede de quadros no quartinho ou até mesmo faça um diário fotográfico do primeiro mês. As fotos usando o macacão de bebê ou aquela saída de maternidade ganham ainda mais valor quando viram parte da decoração, da história da família, da memória palpável do amor vivido ali. Você também pode montar um livro do bebê com as primeiras fotos, e incluir anotações escritas à mão com frases como "Hoje você deu o primeiro sorriso" ou "Essa foi sua roupinha de boas-vindas". Conclusão: mais do que fotos, memórias com alma Fotografar os primeiros dias do seu bebê em casa é uma forma sensível e poderosa de guardar os detalhes que o tempo insiste em apagar. E você não precisa de equipamentos caros para isso — só precisa do seu olhar de mãe, do seu celular e de muito amor. Vista seu bebê com aquele macacão de bebê especial ou com a própria saída de maternidade que você escolheu com tanto carinho. Prepare o ambiente, deixe a luz entrar e clique. Porque o tempo voa — e cada imagem registrada agora será um tesouro emocional daqui a alguns anos. Com carinho, Mariana — mamãe do João e fundadora da Uli&Marie Sobre a autora Em 2015, quando seu filho João Ulisses nasceu, Mariana redescobriu o mundo pelos olhos da maternidade. Arquiteta por formação, decidiu deixar os projetos de lado para viver, intensamente, cada momento com seu pequeno. Foi assim que, em 2020, nasceu a Uli&Marie, um projeto feito de amor, linhas e memórias — inspirado no nome de seu pai, Ulisses, e no apelido carinhoso que recebeu da avó: Marie. Apaixonada por tricot, bordado e algodão, Mariana criou a Uli&Marie para ser mais do que um e-commerce de saída de maternidade. Ela construiu um lar onde outras mães se sentem acolhidas, representadas e parte de uma rede que entende o que significa esse recomeço cheio de amor.

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